Ricardo
de Moura – um dos primeiros talentos da
natação competitiva de São José dos
Campos. Nasceu no dia 01 de Dezembro de 1951, em Santo André.
Hoje é superintendente técnico da Confederação
Brasileira de Desportos Aquáticos.
Atleta da natação da AE São José de
1964 a 1970: tri-campeão paulista do interior, recordista
paulista Junior no 200 m. borboleta e 400 m. nado medley; tetracampeão
dos Jogos Regionais. De 70 a 72 foi para o Corínthians
Paulista. Quando parou de nadar passou a ser técnico, trabalhou
Fluminense, Vasco da Gama e Seleção Brasileira.
E passou a ocupar vários cargos diretivos na Confederação
Brasileira de Desportos Aquáticos. Participou de 15 campeonatos
mundiais como técnico, supervisor ou chefe.
Dirceu Mário Brizola
– o primeiro nadador joseense a conquistar o título
de campeão brasileiro, participou da equipe que tinha como
técnico o professor David Camargo.
Akcel
de Godoy – junto com seu irmão Everson
formou uma dupla vitoriosa na equipe de natação
da Vermelhinha. Em dado momento houve um desentendimento com dirigentes
da Associação e ele foi nadar na equipe do CTA,
até que veio o convite do Náutico Mogiano, que tinha
uma equipe poderosa. Akcel participou dos Jogos Pan-Americanos
da Cidade do México, em 1975, onde ganhou medalha de bronze
no revezamento 4x100 medley, nadando com José Luciano Namorado,
Rômulo Arantes e José Sylvio Fiolo. Um feito inesquecível.
Rosângela
da Exaltação – a primeira
nadadora joseense a conquistar o título de campeã
brasileira. Zanza era muito dedicada e colecionou medalhas em
campeonatos paulistas, Jogos Regionais e Jogos Abertos.
Luiz
Fernando Zulietti – campeão paulista,
brasileiro, sul-americano, 400 medley e livre.
Rosa
Maria da Exaltação – campeã,
brasileira, sul-americana, participou da seleção
brasileira, 400 livre, 800 livre.
Raul
Camargo Vianna Filho – campeão paulista
e brasileiro, foi para o Pinheiros.
Fabíola
Pulga Molina – começou na escolinha
da Associação Esportiva São José;
aprendeu a nadar com quatro anos e com 10 anos estreava em competições
oficias.
Hoje
consagrada nadadora olímpica, pan-americana, sendo a única
atleta brasileira a dominar um estilo, o costas, ocupando o primeiro
lugar no ranking nacional nas provas de 50m, 100s e 200m em piscinas
curta e longa.
Participou
da Olimpíada de Sidney (2000). Ganhou três medalhas
de bronze em Jogos Pan-Americanos; seis títulos sul-americanos
na categoria Juvenil; detentora de recordes brasileiros e sul-americanos.
Fora das piscinas mostrou seu talento na Universidade de Tennessee
(EUA), onde formou-se em Teatro.
Nascimento: 22/05/75, em São José dos Campos / SP
Altura: 1,78m Peso: 62 kg
Títulos:
Recordista brasileira e sul-americana dos 50m e 100m costas em
piscina longa e curta. Recordista brasileira e sul-americana dos
100m borboleta em piscina curta Recordista brasileira e sul-americana
do revezamento 4x100m medley em piscina longa. Recordista brasileira
dos 200m costas em piscina longa. Duas medalhas de bronze nos
Jogos Pan-Americanos de Mar del Plata/1995 (100m costas e 4x100m
medley) e uma de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg/1999
(4x100m medley). Única mulher integrante da seleção
brasileira de natação nos Jogos Olímpicos
de Sydney/2000. Semifinalista nos 50m costas no 12º Mundial
de Esportes Aquáticos de Melbourne/2007 (13º lugar)
e no 11º Mundial de Esportes Aquáticos de Montreal/2005
(14º lugar).
19
de Julho de 2007 – Rio de Janeiro - PAN
A brasileira Fabíola Molina conquistou a medalha de prata
nos 100 m costas da natação. Com o tempo de 1min02s18.
Ela melhorou o recorde sul-americana que já lhe pertencia.
A marca anterior era de 1min02s26.
“Essa medalha de prata é um ouro pra mim. A vitória
significa muito na minha carreira, ainda mais porque fiquei de
fora de Santo Domingo depois de ter participado de três
Pans. Estou com 32 anos e me sinto muito bem, esta é a
melhor fase da minha carreira", afirmou a nadadora, emocionada.
"Estou fazendo meus melhores tempos, melhorei duas vezes
o recorde sul-americano. não penso em parar tão
cedo."
Para chegar ao pódio, a veterana teve que se recuperar
de um mau começo na prova. Depois de virar os primeiros
50 m apenas na quarta posioção, ela forçou
o ritmo e conseguiu ultrapassar a canadense Liz Wycliffe e a norte-americana
Brielle White.
A medalha de ouro ficou com a norte-americana Julia Smit , que
marcou o tempo de 1min02s01. O bronze ficou com a Wycliffe, com
o tempo de 1min2s48.
Agradeço a Deus, ao meu marido Diogo (Yabe, também
nadador) e a todas as pessoas que me ajudaram. Essa conquista
prova que todo sacrifício valeu a pena. Nâo é
nada fácil acordar com dor, dormir com dor. Já passei
por muitos momentos dífíceis em que questionava
se valia a pena. Mas esse momento paga tudo", desabafou Fabíola.
Veterana
de 32 anos, Fabíola estreou em Jogos Pan-Americanos na
edição de 1991, disputada em Havana (Cuba). A ausência
do Pan de Santo Domingo, em 2003, causou uma dose de desânimo
para a atleta.
A
conquista da vaga para os Jogos do Rio de Janeiro, no entanto,
deu novo ânimo para Fabíola. A medalha da competição
deve servir de inspiração na tentativa da obtenção
de uma vaga nas Olimpíadas de Pequim, em 2008.
22
de Julho de 2007 – Rio de Janeiro - PAN
BRONZE no Revezamento 4x100 medley:
Fabíola Molina, Tatiane Sakemi, Daiene Dias, Rebeca Gusmão
- 4min09s27.
As brasileiras terminaram a prova quebrando o recorde sul-americano
que já durava três anos. A marca antiga era de 4min12s90
e pertencia ao quarteto formado por Fabíola Molina, Mariana
Katsuno, Ivi Monteiro e Rebeca Gusmão.
Mesmo com a velocista Rebeca Gusmão fechando a prova, o
país não conseguiu superar o Canadá na briga
pelo segundo lugar. O ouro foi para os Estados Unidos. As brasileiras
ofereceram resistência apenas na primeira passagem, com
Fabíola Molina no nado de costas. Nos 200 metros seguintes,
elas ficaram para trás.
Veja mais sobre essa “estrela” joseense no site www.fabiolamolina.com.br
Técnicos
de Fabíola Molina na AE São José
Rosângela
da Exaltação, a Zanza, foi a primeira ainda na época
da escolinha. Glauco Potumatti encaminhou Fabíola para
a natação competitiva. Claro que ele contribuiu
para o aprimoramento do talento de Fabíola. Amauri Machado
foi o treinador com quem Fabíola permaneceu o maior tempo,
até se transferir para os Estados Unidos. E Marcelo Vaccari
teve um acompanhamento mais à distância, já
que Fabíola nos últimos anos de AESJ só vinha
para cá nos períodos de competição.
Mas todos, com certeza, tiveram papel fundamental nessa carreira
vitoriosa.
Fabíola
em sua segunda Olimpíada
Foi nas eliminatórias
do Campeonato Sul-Americano Absoluto, disputado em São
Paulo, que a joseense Fabíola Molina conseguiu o “índice
olímpico” e garantiu participação na
Olimpíada de Pequim. Foi concretizado o seu sonho de participar
de mais uma edição dos Jogos Olímpicos –
e esta vitória foi fruto de muito trabalho e perseverança,
que ela sempre conseguiu aliar às suas qualidades técnicas.
Fabíola marcou o tempo de 1m01s40 na prova dos 100 metros
costas. Ela superou em 30 centésimos o índice exigido,
que era de 1m01s70, e vibrou muito após a prova, na piscina
do Pinheiros, em São Paulo. Sua meta era ganhar uma medalha
em Pequim, pois na Olimpíada de Sidney, em 2000, época
em que competia pelo Vasco da Gama, não conseguiu o pódio.
EM
PEQUIM – Estar em Pequim com a Seleção
Brasileira já foi uma vitória para Fabíola
Molina, a maior estrela do esporte joseense em todos os tempos.
No domingo (10 de Agosto de 2008) ela não conseguiu melhorar
o seu tempo 1m00s75, e com a marca de 1m01s00 ficou em 18º
lugar, o que tirou sua chance de se classificar as semifinais,
na prova dos 100 metros costas, sua especialidade.
FABIOLA
NA COPA DO MUNDO DE 2008
Fabíola
Molina foi a primeira e única atleta do Brasil a disputar
todas as etapas da Copa do Mundo de 2008. Ela ganhou o direito
de participar de todas as etapas por ter sido o segundo melhor
índice técnico do Brasil – somente os três
primeiros colocados podiam escolher as etapas. Subiu no pódio
em todas elas, totalizando 17 medalhas, sendo 8 de ouro, 5 de
prata e 4 de bronze, além de bater seis vezes os recordes
brasileiros e sul-americanos (*). Confira as conquistas de Fabíola
em cada etapa da Copa do Mundo:
BELO HORIZONTE (BRASIL)
50 m. costas – Ouro – 27s60
100 m. costas – Ouro – 59s07
100 m. medley – Ouro – 1m01s52 (*)
DURBAN (ÁFRICA DO SUL)
50 m. costas – Ouro – 27s39 (*)
100 m. costas – Ouro – 59s15
100 m. medley – Ouro – 1m01s31 (*)
SIDNEY (AUSTRÁLIA)
50 m. costas – Prata – 27s38 (*)
100 m. costas – Bronze – 59s09
CINGAPURA
50 m. costas – Prata – 27s57
100 m. costas – Bronze – 59s33
100 m. medley – Prata – 1m02s11
MOSCOU (RÚSSIA)
50 m. costas – Ouro – 27s34 (*)
100 m. costas – Prata – 59s11
ESTOCOLMO (SUÉCIA)
50 m. costas – Prata – 27s45
100 m. costas – Ouro – 58s67 (*)
100 m. medley – 1m01s61
BERLIM (ALEMANHA)
50 m. costas – Bronze – 27s41
100 m. costas – Bronze – 58s98
DIOGO
DE OLIVEIRA YABE
Nascimento:
08/08/80 Naturalidade: Londrina / PR
Altura: 1,85 Peso: 79
Títulos: Medalha de bronze nos 200m medley no Circuito
Mare Nostrum de Canet/França de 2004. Integrante da Seleção
Brasileira nos Jogos Pan-Americanos de 2003 e Olímpicos
de 2004. Medalha de ouro nos 400m medley; de prata nos 200m medley
e 4x100m livre; e de bronze no 4x200m livre nos Jogos Desportivos
Sul-Americanos (Odesur) em 2006.
Recordes: sul-americano dos 200 medley com 2m03s98 (no Troféu
Brasil de 2003 superou a marca de Ricardo Prado, de 1983).