Em
1942 já havia crianças e jovens interessados na
prática do bola ao cesto. Tomaram conhecimento desse esporte
na escola, pois não havia clubes interessados em modalidades
de quadras. Na época, o Esporte Clube São José,
a Associação Esportiva São José e
a AA Santana do Paraíba, que eram os clubes da cidade,
só tinham interesse pelo futebol. O basquete, o vôlei
e o tênis de campo não tinham espaço!
As
irmãs Cynira e Cirene Poli simbolizam o início do
basquetebol em São José dos Campos. Cynira começou
em 1943, com apenas 11 anos de idade, e Cirene em 1946, com 12
anos, ambas treinando na quadra do Instituto de Educação
João Cursino. A orientação era do diretor
e professor da escola, Edésio Del Santoro, o grande incentivador
e pioneiro da prática oficial do bola ao cesto em São
José dos Campos.
Segundo
relato da ex-jogadora Cirene, tudo começou nas quadras
do Instituto João Cursino, na praça Afonso Pena
e do Esporte Clube São José (anexa ao velho Estádio
Martins Pereira), onde também havia uma quadra para tênis
de campo.
Um casal de Caçapava, os professores Rodil e a esposa Dená
ensinavam o basquete para as meninas interessadas na prática
do esporte. Entre tantas outras, lá estavam as irmãs
Edith e Judith Mercadante, Lelé (Lúcia Helena Bonádio).
Pouco
tempo depois, o sr. José Poli, empresário, dono
de empresa de ônibus, e pai de três meninas que logo
se apegaram ao basquete (Cynira, Cirene e Cedu), foi o responsável
em trazer para São José dos Campos o técnico
Edésio Del Santoro. Era o início oficial do basquete
no Tênis Clube SJ dos Campos. Numa rústica quadra
de saibro, só mais tarde acimentada, começaram os
treinamentos da equipe.
Sucederam-se
excelentes grupos de atletas que começaram a representar
a cidade em Jogos Abertos do Interior, como já ocorreu
em Santos, no ano de 1946 (primeira participação
de Cynira nesta competição) e no Troféu Bandeirantes,
verdadeiro campeonato do interior.
Formou-se a primeira equipe da cidade, que tinha além de
Cynira e Cirene outras jovens, como Benedita Vicentina Miragaia
(a Jaú), Dirce de Melo, Branca Miragaia Ferri, Carminda
Lopes Romeiro, Isabel Ramos (Belita), Teresa Sonnewend e Edite
Melo.
O
basquete feminino começou mais forte do que o dos rapazes,
e apesar de não ter incentivo oficial foi se desenvolvendo,
representando a Comissão Municipal de Esportes, o que acontecia
nos Jogos de Cambuquira e Jogos Abertos. Na hora de disputar o
Troféu Bandeirantes o problema era sério, pois só
podiam participar equipes que se inscrevessem com nomes de clubes.
Foi então que o sr. Roberto Maximiano Weiss conseguiu sensibilizar
a diretoria do EC São José a lhe abrir um espaço
para improvisar duas quadras para a prática do tênis
e do basquete ao lado do gramado do Estádio Martins Pereira,
na rua Antonio Saes. E o médico José de Carvalho
Florence, então presidente do Aeroclube de São José
dos Campos, emprestou o nome da agremiação para
que o basquete e o vôlei pudessem disputar o Troféu
Bandeirantes.
O
trabalho iniciado por Edésio Del Santoro estava frutificando
e ganhou um forte aliado com a chegada de Presidente Prudente
do professor Alberto Marson, 25 anos, craque de basquete e que
veio para trabalhar como professor de educação física
no Instituto de Educação João Cursino e no
CTA. Com ele, o basquete masculino ganhou impulso e também
não parou mais de crescer. Com a fundação
do Tênis Clube em 1948, acabou o problema da falta de espaço
para o vôlei, o basquete e o tênis de campo.
Em
1949, o basquete feminino conquistou o título de campeão
do Estado, ganhando o cobiçado Troféu Bandeirantes.
Também ganhou o título dos Jogos de Cambuquira,
enfrentando os times poderosos da época: Fluminense, Pinheiros
e o Minas.
E
ganhou destaque internacional com a convocação de
três jogadoras para a Seleção Brasileira que
disputou o campeonato sul-americano em Lima, no Peru. Foram elas,
Jaú, Cynira e Cirene Poli. Das três, Cirene não
foi para Lima, tinha 15 anos quando foi convocada. Jogou até
1967, casou-se com o atleta do basquete José Rui Veneziani
com quem teve três filhos. Cynira retornou do sul-americano,
casou-se com Antonio Romão Gomes e foi morar em São
Paulo, onde jogou e foi campeã paulista pelo Sírio.
Retornou a São José em 1953 e continuou jogando
até 33 anos de idade, parando em 1961.
Norma
Pinto de Oliveira, a Norminha, três vezes nos Jogos Pan-Americanos
(em 63, 67 e 71) também vestiu a camisa do Tênis
Clube e antes dos anos 60 participou do Campeonato Aberto de Basquete
Feminino, em Santos. A equipe era dirigida pelo técnico
Rodolfo Pecher e tinha: Eunice Truits, Nely, Maria Tereza, Mabel,
Mísia, Neusa, Marlene, Norminha (com a camisa nº 14),
Cirene, Cedú, Elizabeth e Dirce.
Em 1957, o técnico Cabeção comandou a equipe
feminina do Tênis, que tinha: Cynira, Olga Elias, Cirene,
Arlene, Maria José, Edna e Ligia Ferri. Bons tempos!
BASQUETE
MASCULINO
A
trajetória de vitórias do basquete masculino começou
em 1952 com a conquista do Troféu Bandeirantes do Interior,
em Sorocaba. Foi vice do estado, perdendo para Campinas por 32
a 31. Um ano antes, Alberto Marson ajudou o Brasil a ganhar medalha
de bronze nos Jogos Pan-Americanos, de Buenos Aires.
A primeira equipe joseense de basquete tinha Hugo Medeiros, Cláudio
Falcon Mendes, Ivo Prates de Oliveira, Alberto Marson, Osíres,
Lebrão e o pioneiro Edésio Del Santoro. Primeiro
jogaram na quadra do João Cursino. Não demorou muito
para esse time ser reforçado. Marson foi buscar Wilson
Bombarda em Marília. E foram surgindo revelações,
como Willi Pecher, Waldir Boccardo, João de Paula, Silvio,
Flávio Trunkl, Wilson Caetano Jorge (Ita).
Em
1955, Bombarda e Willi ajudaram a Seleção Brasileira
a ganhar medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos da cidade
do México. Em 1956, Bombarda participou da Olimpíada
de Melbourne, onde o Brasil foi o 6º colocado. Foi nosso
segundo craque “olímpico”, pois Marson já
havia participado e conquistado bronze na Olimpíada de
1948 em Londres. Bombarda e Willi Pecher voltaram a ganhar bronze
nos Jogos Pan-Americanos de Chicago/EUA em 1959.
Houve
um momento em que Alberto Marson rompeu com o Tênis Clube
e foi montar uma equipe de basquete no CTA, pois também
era funcionário do Ministério da Aeronáutica.
Levou consigo Bombarda e outros jogadores. Nasceu o “clássico”
da cidade. Eram duas equipes fortíssimas: Tênis e
CTA. No Tênis quem ficou comandando a equipe foi Gerson
Munhoz, que havia chegado em 1954 para reforçar o time.
O
Tênis Clube já havia conquistado ótimos reforços:
Liscio (Ribeirão Preto), Zoca (Cambuquira), Braga e Nelson
Posse (São Carlos), Cabeção (São Vicente),
Nelson (Lins), Ari (Limeira), Clodoaldo (Campinas). Ainda havia
no grupo: Willi e Rodolfo Pecher, Ita, Milton Capitão,
Raul Viana, Waldir Boccardo, Paulista, Rubinho, Baroni, Diede
Lameiro e o próprio Rui Veneziani. Até o técnico
Angel Crespo foi contratado.
“Foi
um problema fazer o Liscio estudar e jogar basquete. Ele não
gostava
dos livros. Mas acabou vencendo e tornou-se conceituado médico
na cidade
de Araçatuba. Outros, como Diede Lameiro, Marson, Bombarda
e Gérson se radicaram e constituíram família
em São José dos Campos”, conta José
Rui Veneziani.
Nos
Jogos de Cambuquira, em 1956, além de Gerson, integraram
a equipe do Tênis Clube: Clodoaldo, Cabeção,
Milton Capitão, Rui Veneziani, Barone, Ita, Líscio,
Waldir Boccardo e Rodolfo Pecher.
Em
55, 56 e 57, o basquete masculino conquistou o tri-campeonato
dos Jogos Regionais. O antigo craque José Rui Veneziani
se transformou num dos mais eficientes dirigentes de basquete
da história do Tênis Clube. O basquete foi desativado
em 1962, quando a geração de José Edvar Simões
estava pintando no estrelato. Tanto que Edvar e Pedro Yves foram
embora, jovens e talentosos, passando a jogar nas melhores equipes
do basquetebol brasileiro. Edvar era presença certa em
Seleções, participando de três Olimpíadas
(Tóquio, Munique e México).
NOVOS TEMPOS
No
dia 8 de Abril de 1959, o Conselho Deliberativo do clube, na gestão
do presidente Henrique Mudat (o presidente da Diretoria Executiva
era Mario Cesare Porto) decidiu por unanimidade que seria construído
o ginásio de esportes. Logo foi formada uma comissão
para analisar um empréstimo, que seria obtido junto ao
Banco Francês e Brasileiro para dar início às
obras.
No início de 1960 a cobertura ficou pronta e ultrapassou
o espaço da quadra, o que possibilitou se planejar um salão
social anexo, com bar e área para setor administrativo.
O projeto foi ampliado e somente três anos depois a obra
foi concluída.
No
dia 30 de abril de 1964, quando o Tênis Clube completava
seu 16º aniversário de fundação foi
entregue aos associados o ginásio de esportes coberto,
que mais tarde receberia o nome de Manoel Bosco Ribeiro –
uma homenagem ao presidente, que no exercício do cargo,
faleceu subitamente a 11 de março de 1973.
A
volta do basquete aconteceu em 1968, com o apoio do presidente
do Tênis Clube, Luiz Fernando de Almeida e teve continuidade
com João Reis Quaglia, em parceria com o Poder Público
– na época o esporte era dirigido pelo DEMEFE, Departamento
Municipal de Educação Física e Esportes,
dirigido por Luiz Carlos de Barros Ramos. Em 1970 chegou o prefeito
Sérgio Sobral de Oliveira, que acabou com o DEMEFE e as
equipes de ponta da cidade foram extintas.
De
68 a 70, houve tempo para grandes conquistas em Jogos Regionais,
Jogos abertos e campeonatos da Federação. O título
mais importante foi o de campeão do Interior, em 1969,
disputado contra o Clube dos Bagres de Franca. O Tênis tinha
uma equipe afinada, com Edvar, Pedro Yves, Josildo, Emilio e Peninha.
O técnico era o professor Alberto Marson. Mais tarde chegaram
Zé Olaio e Dirceu Peters.
Até
o basquete feminino voltou a ser forte, com a geração
de Amelinha, Tânia, Zanza, Maria da Graça, Everlinda,
Ariadne, Lety, Rosália, Sônia, Regina Prado, Marice,
Toyoko, Irene, Marlene e Regina Lima. A direção
técnica era do competente Paulo de Tarso. Essa equipe foi
convocada pela FPB para vestir a camisa da Seleção
Paulista no campeonato brasileiro de seleções disputado
em 1969 em Natal, no Rio Grande do Norte. Foi a última
grande equipe de basquete feminino de São José dos
Campos.
No
masculino, os bons tempos voltaram com os presidentes Rui Dória
e Gerson Munhoz, de 1977 a 1982. Gerson conseguiu o patrocínio
da Caderneta de Poupança Haspa e montou uma grande equipe,
agora dirigida pelo técnico José Edvar Simões.
O Tênis Clube sagrou-se campeão brasileiro, bicampeão
paulista e vice-campeão sul-americano. Na verdade, Edvar
começou a montar a estrutura em 75, com um pequeno apoio
da Prefeitura. O trabalho rendeu títulos com o timaço
de Zé Geraldo, Ubiratan, Marcelo Vido, Carioquinha, Nilo,
Ivan Marson, João Carlos, João Pedrosa e outros.
Em
maio de 1983, o Tênis Clube sediou o campeonato sul-americano
de seleções, mas aos poucos os recursos para a manutenção
de um grande time foram se tornando escassos. O técnico
Edvar foi embora, veio Eduardo Zanolli, mas em 84 tudo estava
acabado. São José ainda conquistou o título
de campeão dos Jogos Abertos do Interior, em São
José do Rio Preto. Em 1988, o presidente Salim Saab transfere
a vaga do basquete para a ADC Embraer, que participa de campeonatos
da Federação, mas não teve continuidade,
apesar da luta incessante do então treinador Zé
Geraldo.
A
equipe da Fuji-Embraer disputou o campeonato da Divisão
Especial de 1990, sob o comando de Zé Geraldo, mandando
seus jogos no ginásio do Colégio João Cursino.
Realizou boa campanha, com os seguintes jogadores: Zezinho, Silvio,
Anderson PT, Romano, Marcão, Aldo, Wagner, Fritz, Rudney,
Mingão e Joel.
Dez anos depois, em 2000, lá estava Zé Geraldo comandando
uma nova equipe no Tênis Clube, sendo técnico e jogador,
disputando a Série A2 e conseguindo o acesso, na gestão
do presidente Rubens Latorraca. Seus jogadores eram: Adilson,
Marcelinho Marcelo, Fernandão, Vanderci, Romero, Tarcísio,
André, Adriano, Marcelão e Roque.
Por todo esse passado de glórias é inadmissível
São José dos Campos não ter equipes competitivas
de alto nível. Sem basquete, há um grande vazio
na cidade. Por isso, os dirigentes tentaram pelo menos incentivar
as categorias de base. O último presidente arrojado foi
Rubens Latorraca Lima (1997-1999) que reativou o basquete, não
desistiu da luta em momento algum, mas o trabalho não teve
continuidade. O Tênis disputou campeonatos de acesso, reconquistou
a vaga na Série A1, mas o clube fechou suas portas para
o basquete. E olha que o Tênis Clube nasceu em 1948 graças
ao basquete.
Justiça
seja feita: o último presidente do Tênis Clube que
se interessou pelo esporte foi Otávio Monteiro Becker Junior
(2001-2003), que se interessou em refazer os times competitivos
das escolinhas e equipes de todas as modalidades esportivas. Escolheu
para diretor de esportes Danilo Passos, que logo anunciou o interesse
do clube em participar do campeonato estadual de basquete, além
de outras modalidades. Até a natação competitiva,
que antes era uma exclusividade da AESJ, Otávio Becker
implantou no clube, contratando o renomado técnico Glauco
Potumatti. No basquete, o comando ficou com Zé Geraldo
e na supervisão desde a categoria Juvenil ficou Wanderci
Donizete da Silva. Aliás, o Wanderci foi convocado para
participar do Mundial de basquete na Europa, para jogadores acima
de 35 anos de idade, na Eslovênia. O Tênis participou
do Estadual, representou a cidade em Jogos Regionais e Jogos Abertos,
mas o trabalho não prosseguiu depois que Otávio
Becker deixou a presidência.
O
acesso para a Série A1 ocorreu em 2005, quando o time sagrou-se
campeão contando com os seguintes jogadores: Murilo, Edvar
Júnior, Rodrigo, Luiz Araújo, Bruno, Adilson, Fillipe,
Carlão, Henrique, Adriano, Daniel, Vinícius e Ânderson.
Técnico – Márcio Izidro. A equipe ainda teve
que obter classificação no Torneio Novo Milênio,
carimbando seu passaporte para a divisão principal. Mas
na hora de disputar a Série A1 em 2006, o Tênis Clube
negou apoio, não quis ceder seu ginásio.
Na
atualidade, o basquete de São José dos Campos existe
graças ao apoio do FADENP – Fundo de Assistência
ao Desporto Não Profissional – e Secretaria Municipal
de Esportes, com parceria feita com a Associação
Esportiva São José. Essa equipe já conquistou
o acesso para a série A1, e obteve boa classificação
entre os participantes dessa divisão especial, terminando
em 6º lugar, sob o comando do técnico Régis
Marrelli.
AE
SÃO JOSÉ/UNIMED/VINAC – FADENP
2006
– Campeonato Estadual da Série A1 – 6º
lugar, sob o comando do técnico Régis Marrelli,
eliminado no play-off por Rio Claro, e tendo o seguinte grupo
de jogadores: Djalma, Diego, Edvar Júnior, Thiagão,
Luís Bubina, Edvaldo, Gorauskas, Thiaguinho, Adriano, Ânderson
e Rodrigo.
2007
– Campeonato Estadual da Série A1
– eliminado no play-off pelo CA Paulistano, também
sob o comando de Régis Marrelli e com estes jogadores:
Eric Tatu, Thiagão, Deivisson, André Mudo, Edvar
Júnior, Djalma, Ânderson Tigrão e Rodrigo.
E ainda ganhou o reforço de um atleta norte-americano:
Derrick Lang. A equipe representou o Estado de São Paulo
nos Jogos Abertos Brasileiros -16ª Edição –
em Praia Grande/SP (de 25 a 31 de Maio de 2007) e sagrou-se campeã.
Jogo do título
São Paulo (AE São José/Vinac) 84 x 66 Santa
Catarina (Blumenau)
1º Tempo – 40 x 46. Jogaram e marcaram: Thiaguinho
(26), Sapão (10), Rodrigo (2), Bubina (13), Thiagão
(5), Edvar Júnior (20), Adriano (2), Djalma (2), Ânderson
Tigrão (4) e Paulo Nery.
2008
– Disputou a Copa Ouro e a Supercopa 2008 (7º lugar)
com o seguinte grupo: Fábio Oliveira, Eric Tatu, Thiagão,
André Mudo, Fabrício, Edvar Júnior, Paulo
Nery, Deivisson (22), Marcinho (3), Anderson Tigrão e Djalma.
Técnico – Régis Marrelli. E vem participando
do campeonato estadual da temporada 2008/2009 com mais três
reforços: Jussa, Paulão e Ricardo.
Campeão dos Jogos Regionais, em Caraguatatuba fazendo estes
jogos:
São José 89 x 49 Mogi das Cruzes
São José 74 x 60 Guarulhos
São José 86 x 57 Ferraz de Vasconcelos (Semifinal)
São José 77 x 53 Guarulhos (Final)
Basquete
Feminino
Sob o comando do técnico Edson Fiorentino o basquete feminino
de São José dos Campos sagrou-se campeão
dos Jogos Regionais, em Caraguatatuba (2008), fazendo estes jogos:
São José 90 x 10 Francisco Morato
São José 94 x 15 Franco da Rocha
São José 43 x 41 Pindamonhangaba
*
A equipe disputou o campeonato paulista da divisão especial
para ganhar experiência (não venceu nenhuma partida).
O elenco teve: Tayene, Camila, Katleen, Natasha, Veia, Daiana,
Taíse, Talita, Aline, Tânia e Simone. Técnico
– Edson Fiorentino.
*
JOGOS ABERTOS 2008/Categoria Sub21
O basquete feminino de São José dos campos ganhou
medalha de prata (vice-campeão), fazendo estes jogos, na
cidade de Piracicaba:
04/07 – São José dos Campos 57 x 17 Caraguatatuba
05/07 – São José dos Campos 124 x 13 Caieiras
06/07 – São José dos Campos 101 x 09 Ferraz
de Vasconcelos
07/07 – São José dos Campos 132 x 20 Franco
da Rocha
08/07 - São José dos Campos 61 x 85 Pindamonhangaba